27 de setembro de 2012

“Mas, agora, eu tenho você. Eu tenho você e o teu sorriso, que me faz sorrir. Eu tenho você e esse teu jeito de quem me olha e diz: “quero cuidar de você”, quando eu me sinto sozinha ou preciso de um pouco mais de carinho que o normal. Eu t
enho você para pedir que eu te faça cafuné ou assista um filme qualquer em uma noite que não tenha nada de tão importante para fazer. E, mesmo se tivesse, continuo tendo você que largaria tudo e ficaria comigo. Eu tenho você e suas palavras de “boa noite, sonha com os anjos”, e a minha resposta de “vou sonhar com você, então”. Eu tenho você que me acorda me chamando de amor e passa o resto do dia me chamando de linda. E “minha”. Eu tenho você que me escuta e, mesmo não dizendo uma palavra, me acalma. Eu tenho você que, como eu disse outras vezes, me deixa com raiva e depois quer ser romântico. E me faz achar isso a coisa mais adorável do mundo inteiro. Eu tenho você, e me sinto bem assim: sendo tua, você sendo meu. E nada mais importa.

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