29 de novembro de 2012

O amor é controverso, estranho, confuso. É doce quanto dito com palavras e expresso com atitudes românticas e bobas de demonstração de afeto e carinho, porém, ao mesmo em que é doce, é amargo e lateja como um corte bem no centro do coração. O amor te faz ser dependente de alguém para viver, sorrir e ser feliz, um estranho, que em tão pouco tempo se torna a pessoa mais importante da sua vida, que toma conta dos seus pensamentos e enche sua cabeça de perguntas, incertezas e suposições que acabam machucando com o passar do tempo. O amor é a coisa mais belo do mundo quando se ama e se é amado, mas se torna a maior tortura quando se ama e não se é amado. Amor não é uma doença, mas toma conta do coração, do corpo, da alma e vai te matando aos poucos. O amor te transforma na pessoa mais boba do mundo, te faz agir de maneira diferente da que você costuma ser, e dizer coisas impensáveis sem ao menos perceber. O amor é como uma droga, pois ao mesmo tempo em que te faz mal, te faz entrar em estase todas vezes em que o nome ou a imagem da pessoa de que se ama entra pela sua cabeça. O amor te faz prisioneiro da saudade e faz questão de te mostrar da maneira mais amarga o valor que a pessoa amada tem. O amor vai muito além das lágrimas que ele te faz derramar, das horas de sono que ele te faz perder, das horas inteiras pensando naquela pessoa, das palavras mais lindas do mundo e das atitudes mais loucas possíveis. O amor é indefinível. O amor é ferida. O amor é morfina. O amor é tudo. O amor é Deus.

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