21 de janeiro de 2014

Muitas vezes não sabemos reconhecer o valor das pessoas em nossa vida. Vivemos debaixo do mesmo teto que nossos irmãos, mas não priorizamos um tempo com eles, desejamos tanto que nossos pais ouçam o que temos a dizer antes de darem a palavra final, mas não os fazemos ouvir um eu “te amo”, ficamos tão cansados com os afazeres que os professores nos dão, mas não os agradecemos por todo cansaço que têm por nossa causa, ficamos impacientes na espera do ônibus e nem ao menos sorrimos para o motorista ou o trocador. Ás vezes reconhecer o valor das pessoas não implica em fazer-lhes algo, se resume apenas em sermos gratos, gratos pelo padeiro, pelo lixeiro, pelo médico e pelos tantos outros que vivem ao nosso redor. Cada pessoa, por menor que sua tarefa em nossa vida pareça ser, tem um valor único e merece ser reconhecida por isso. 

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